3 de junho de 2011

Vamos blogar um pouquinho?

Tô pra encontrar alguém que me entenda.
Tem vezes que meus pensamentos são tão complexos que o simples fato de reproduzi-los se torna algo extremamente complexo e cansativo. Exige um conhecimento de mim mesma que talvez nem eu tenha. Exige muito de tudo o que nem eu sei de mim. Coisas que fazem sentido em um segundo, e por simplesmente trocar a ordem das perguntas, as respostas colidem e se tornam verdades opostas. Bom, ao menos nunca deixam de ser uma verdade (acho que isso é o mais importante).

Relendo o título desse post:
Interessante a nossa necessidade (às vezes) inconsciente de não estar só. Precisamos sempre de uma companhia, nem que seja de uma página da web onde possamos despejar os sentimentos que envolvem (e às vezes)² sufocam a nossa alma.
Por mais que desejamos nos isolar do mundo, de alguma forma a gente precisa exteriorizar o que acontece por dentro e as formas de fazer isso são incontáveis (felizmente). As vezes um texto, um gesto, um grito, um abraço, um sorriso, uma frase, um bocejo, uma música, um assovio, uma lágrima... “N” formas de passar o que se sente, seja pro mundo, seja pra gente.
(Ih, rimou!)

O que eu quero dizer com isso tudo, é que nem eu sei o que eu quero dizer. Eu apenas disse e isso já me fez bem, mesmo sem fazer muito sentido. Talvez não faça hoje e venha fazer amanhã. E é esse o ponto. O agora, não de agora, mas de quando tiver acontecendo.
É isso que me importa, é isso que deveria importar. E seja lá quando for o seu agora, você nunca (nunca mesmo) vai estar sozinho, por mais que seja assim que você se sinta no momento.

Um comentário:

  1. Vc consegue me descrever na maioria das vezes, é estranho isso mas acaba sendo uma terapia pra mim rsrsrs

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